Capital Inicial em Itapeva

Postado em Artes, Música em 30 30UTC agosto 30UTC 2011 por tarcisiord

Vejo pelos noticiários daqui da litlle town called Itapeva que o Capital Inicial vai fazer show aqui no dia 18 de setembro próximo. Lembrei que já os vi uma vez há muito, muito tempo atrás… Final dos anos 80, como show de abertura do Sting no Brasil.  O show daquela época foi no Anhembi (hoje nem se faz mais shows lá) em um palco construído especialmente para o evento.

Do show deles, pouco me lembro. Só me lembro que o Dinho Ouro Preto me deu a impressão de ser muito viado. Ficava só se requebrando e dançando. Mas  depois disso muita água já passou por debaixo da ponte.

Vamos ver como vai ser agora.

 

Alec Baldwin diz que vai se aposentar depois de ’30 Rock’ – VEJA.com

Postado em Artes com as tags em 30 30UTC novembro 30UTC 2009 por tarcisiord

O ator Alec Baldwin vai deixar o showbiz depois que seu contrato com a série 30 Rock terminar, em 2012. A declaração partiu do próprio ator em entrevista que será publicada na próxima edição da revista americana Men's Journal. “Eu não tenho mais interesse em atuar”, garantiu Alec. A notícia foi antecipada pelos sites de celebridades neste fim de semana.

De acordo com o New York Daily News, o ator afirmou que sua carreira foi um “completo fracasso” e que não tem mais planos de atuar. “Filmes são meu passado. Foram 30 anos. Não sou jovem, mas ainda tenho tempo de fazer outra coisa”, teria dito. “A meta de quem faz cinema é estrelar um filme no qual a sua performance conduz a história, e o filme é um sucesso de crítica ou de público. Eu nunca tive isso”.

Alec Baldwin também contou à Men's Journal que tentou cancelar seu contrato com a rede americana NBC, responsável pelo programa 30 Rock, em 2007. A razão da tentativa, segundo ele, foi o escândalo familiar tornado público após ele deixar uma mensagem desrespeitosa no telefone da filha, Ireland.

Furioso por não ter conseguido falar com ela, numa conversa telefônica previamente combinada, o ator a chamou de “porquinha grosseira e insensível”. Ireland é filha de Alec com sua ex-mulher, a atriz Kim Basinger. O episódio levou o casal à Justiça na luta pela guarda da menina. Após um escândalo, o ator disse que pensou em suicídio.

Trajetória – Alec Baldwin foi indicado ao Oscar de ator coadjuvante em 2003 pelo filme Quebrando a Banca e ganhou o Emmy de melhor ator de comédia em 2008 e 2009 por 30 Rock. Seu último projeto, a produção It's Complicated, onde contracena com Maryl Streep e Steve Martin, estreia em dezembro nos Estados Unidos.

viaAlec Baldwin diz que vai se aposentar depois de ’30 Rock’ – VEJA.com.

Filme ‘Divã’, com Lilia Cabral, é lançado em DVD – Agência Estado | VEJA.com

Postado em Artes, Cinema, Mulheres com as tags , , , , em 13 13UTC novembro 13UTC 2009 por tarcisiord

São Paulo – Chega às locadoras em DVD o sucesso do cinema “Divã”. O filme baseado na peça de teatro é basicamente um projeto pessoal da atriz Lilia Cabral, que lutou para que o texto de Martha Medeiros fosse parar na telona. Lilia ajudou a adaptar o roteiro para o cinema e é novamente a protagonista. O filme, dirigido por José Alvarenga (de “Os Normais”), conta a história de Mercedes, uma mulher com seus 40 anos que decide procurar um psicanalista.

A curiosidade acaba se transformando em um vendaval de emoções e transformações na vida da personagem, que é casada e é mãe de dois filhos. Mercedes questiona seu casamento (com Gustavo, vivido pelo ator José Mayer), sua realização profissional e seu relacionamento pessoal e sexual com os homens e suas amigas. Durante essa devastadora transformação, personagens como Theo (Reynaldo Gianecchini), Murilo (Cauã Reymond) e o hilário cabeleireiro Rene (vivido pelo humorista Paulo Gustavo) temperam os altos e baixos da vida de Mercedes.

No teatro, ‘Div㒠foi assistido por mais de 175 mil pessoas ao logo de suas 150 apresentações. Nos cinemas, levou 2 milhões de pessoas para dividirem o drama e as novas realizações de Mercedes. As informações são do Jornal da Tarde.

viaFilme ‘Divã’, com Lilia Cabral, é lançado em DVD – Agência Estado | VEJA.com.

Watchmen: as influências científicas e filosóficas.

Postado em Artes, Cinema, Filosofia, Literatura, Mistura fina com as tags , , em 12 12UTC novembro 12UTC 2009 por tarcisiord

Watchmen surgiu de um pedido que Dick Giordano, editor da DC Comics fez a Alan Moore. A editora do Super-Homem adquirira os direitos sobre os heróis da extinta Charlton Comics e a idéia era fazer uma minissérie em 12 partes com eles. Mas a proposta apresentada pelo roteirista era tão revolucionária que Giordano resolveu disassociá-la dos heróis da Charlton. Assim, entre outros, o Capitão Átomo tornou-se oDr. Manhattan, o Pacificador tornou-se o Comediante e o Besouro Azul contentou-se com o título de Nite Owl, ou Coruja.

watchmen-hq1

O enfoque básico de Watchmen partia de uma idéia que Moore já havia experimentado em Miracleman: o que aconteceria se os super-heróis realmente existissem?

miracleman2

Miracleman: outro grande trabalho de Moore

Moore havia pensado nessa possiblidade quando ainda era criança e lia as paródias do Super-Homem feitas por Harvey Kurtzman na revista Mad.  Kurtzman usava o recurso para causar um efeito cômico, mas Moore pretendia, girando o parafuso, alcançar um efeito dramático.

Assim, Moore faz a pergunta: como seria um mundo sobre o qual os super-heróis realmente caminhassem? Como eles se relacionariam com os seres humanos normais, quais seriam suas angústias, que consequências isso teria?

Para responder a essas perguntas, Moore lançou mão de um dos princípios da teoria do caos: o efeito borboleta. Esse conceito foi elaborado a partir da grande dependência das condições iniciais apresentadas pelos fractais. A mudança de um único número pode transformar completamente o formato de um desenho fractal. A mesma regra vale para alguns eventos não lineares. Assim, o bater de asas de uma borboleta nas muralhas da China pode provocar uma tempestade em Nova York.

Moore transpôs o conceito para os quadrinhos. Se o bater de asas de uma borboleta pode ter consequências tão imprevistas, imagine-se o surgimento de super-heróis. Para Moore, o mundo jamais seria o mesmo. Com isso ele destruiu a ilusão de que deuses poderiam andar entre nós sem afetar radicalmente nosso cotidiano.

Até então, os avanços tecnológicos conseguidos pelos super-heróis não afetavam em absoluto o mundo em que viviam. Um exemplo disso são as histórias do Quarteto Fantástico, no qual apareciam foguetes estelares e computadores capazes de criar realidade virtual, mas essas mudanças não afetavam a vida das pessoas comuns.

100grana_fantasticfour

O mundo de Watchmen que, até a década de 60 era semelhante ao nosso, transforma-se com o surgimento do primeiro herói com superpoderes de verdade: o Dr. Manhattan. Seu surgimento fez com que os EUA vencessem a guerra do Vietnã e, de certa forma, a Guerra Fria. O herói tornou possível a produção barata de carros elétricos, tornando os motores à combustão coisa do passado. Até mesmo nos detalhes a vida foi afetada, como na cena em que pessoas estão jantando um restaurante e o garçom serve um peru geneticamente modificado, com quatro patas.

É de se destacar que a própria transformação de Manhattan em um ser super-poderoso é provocado por um fato trivial: o esquecimento de um relógio numa câmara de campo intrínseco.

Essa nova perspectiva e a narrativa não-linear, repleta de flash-backs e de informações em variados níveis tornaram Watchmen a obra a mais revolucionária da época.

Vista sob a perspectiva dos anos 90, Watchmen destaca-se por ser uma obra nitidamente pós-moderna. Algumas características das obras pós-modernas podem ser facilmente encontradas na HQ. Entre elas o uso de formas gastas e da cultura de massas. Na época em que Watchmen foi publicada, a narrativa super-heroiesca parecia destinada ao desaparecimento.

watchmen-hq21

A construção em abismo é outra característica que encaixa Watchmen no grupo de obras pós-modernas. A história inicia com uma trama básica, a respeito de um matador de mascarados, e, a partir dela, desmembram-se outras tramas. Como num fractal, à medida em que nos aprofundamos, a história vai nos revelando novas complexidades.

Temos ainda o uso de personagens reais (Nixon aparece na história), o pesadelo tecnológico (o mundo de Watchmen está à beira de uma guerra nuclear), o uso de citações e metalinguagem (um garoto lê, em uma banca de revistas, um gibi de piratas que pode ser considerado como uma metáfora de toda a história).

Mas a principal característica pós-moderna da história parece ser a mistura do sério com o divertido. Divertido porque Watchmen é uma história de super-heróis e, em certo sentido, policial, e guarda muitas características desses dois gêneros.

O caráter sério é a discussão sobre o mundo em que vivemos, sobre o que nos tornamos e sobre a ciência e a razão.

Um dos pontos-chave dessa discussão é o Dr. Manhattan que, graças a um acidente em um laboratório, torna-se onisciente e onipresente. Sua criação parte do princípio de que o universo é um relógio e que, sabendo-se como funcionam seus mecanismos, é possível prever sua trajetória. Essa noção do universo como um relógio remonta a Laplace, sendo uma promessa da filosofia das luzes do século XVIII. Acreditava-se que a natureza seguia regras fixas que podiam ser descobertas com o uso da razão, como no caso de um relógio.

A inteligência laplaciana seria onisciente, mas impotente para realizar alterações no mundo à sua volta. Uma vez que tudo é determinado, restaria a ela apenas um olhar entediado sobre o porvir, pois nada poderia ocorrer que não tivesse previsto.

watchmen-hq4

A inteligência laplaciana, como uma metáfora da ciência clássica, é representada em Watchmen pelo personagem Dr. Manhattan. Manhattan é um ser superpoderoso, mas incapaz de tomar decisões que não estejam incluídas no curso dos acontecimentos. À certa altura o personagem diz: “Tudo é pré-ordenado, até minhas respostas. Todos somos marionetes, Laurie. A diferença é que eu vejo os barbantes”.

Manhattan vive uma sabedoria que, ao invés de libertá-lo, torna-o prisioneiro dos acontecimentos. Essa postura o exime de responsabilidades. Quando a Terra está ameaçada por uma guerra nuclear, ele não se preocupa em intervir, já que tudo está pré-ordenado. Ao ser informado da morte de um amigo, Manhattan responde simplesmente: “Um corpo vivo e um corpo morto têm o mesmo número de partículas. Estruturalmente não há diferença. Vida e morte são meras abstrações. Não me preocupo com isso”.

watchmen-hq3

Em contraposição ao demônio Laplaciano, Moore cria Ozymandias, um herói que cria estratégias a partir do caos, como pode-se perceber na sequência em ele olha para mutitela e toma decisões.

Em frente à multitela, Ozimandias monta sua estratégia a partir das informações que recebe a respeito da velocidade das partículas que se aproximam da abertura. A partir da entropia inicial, Ozimandias consegue perceber uma forma, um padrão: “Homens musculosos portando armas… justaposição de violência e imagens infantis… desejo de regressão e tendência para subtrair responsabilidades… os itens configuram um quadro de guerra”.

É Ozymandias que nos brinda com um dos melhores momentos de Watchmen, quando Manhattan descobre que, por um momento, não pode prever o futuro. Privado de seu determinismo, ele parece extasiado como uma criança que descobre novidades num objeto que parecia completamente conhecido: “Eu quase havia me esquecido o excitamento de não saber, as delícias da incerteza…”.

Watchmen é muito mais que uma história em quadrinhos de super-heróis. Muito mais.

Por Gian Danton

 

Gian Danton é professor universitário, roteirista e escritor. Tem blogTwitter e sua dissertação de mestrado deu origem ao livro Watchmen e a teoria do caos, publicado pela editora Marca de Fantasia.

Neste artigo, escrito para o blog 100Grana em março deste ano, o professor comenta as influências científicas e filosóficas da obra de Alan Moore e Dave Gibbons, uma das mais importantes criações das histórias em quadrinhos.

Raios e ventos na região de Itaberá (SP) causaram apagão no país, diz ministro – 11/11/2009 – UOL Notícias – Cotidiano

Postado em Itapetininga, Notícias nacionais com as tags , , em 11 11UTC novembro 11UTC 2009 por tarcisiord

Em entrevista coletiva realizada no final da tarde desta quarta-feira (11), o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, voltou a culpar condições meteorológicas pelo apagão que afetou 18 Estados do país por volta das 22h10 desta terça-feira (10).

Ministro Edison Lobão culpa descargas atmosféricas, ventos e chuvas

A reunião realizada no fim da tarde de hoje reuniu mais de 40 pessoas, integrantes de órgãos ligados ao Ministério de Minas e Energia. “Todos chegaram à conclusão que foram descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes na região de Itaberá (SP). Houve uma concentração desses fenômenos atmosféricos ali. O que provocou um curto circuito nos 3 circuitos que levam a Itaberá, que vêm de Itaipu”, disse Lobão. Nenhuma medida emergencial para evitar que o problema se repita ficou estabelecida.

De acordo com lista divulgada na tarde desta quarta-feira pelo ONS, os Estados atingidos são: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo (estes com o fornecimento afetado em praticamente 100% de suas áreas), além de Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Acre, Rondônia, Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte (estes parcialmente afetados). Apesar de não entrar na lista oficial, o Distrito Federal também relatou falta de energia.

“O sistema de proteção atuou desligando as linhas de transmissão para que não houvesse um acidente ainda maior. O próprio Inpe [Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais] nos deu conta que de fato houve concentração muito grande desses fenômenos ali na região”, disse ainda o ministro.

viaRaios e ventos na região de Itaberá (SP) causaram apagão no país, diz ministro – 11/11/2009 – UOL Notícias – Cotidiano.

Mau humor deixa as pessoas mais inteligentes – Minha Vida

Postado em Saúde com as tags em 6 06UTC novembro 06UTC 2009 por tarcisiord

O mau humor pode deixar a inteligência mais afiada. Pelo menos é o que sugere um estudo recente publicado na revista científica Australasian Science. Segundo o pesquisador responsável pelo estudo, o professor Joseph Forgas, a tristeza e o mau humor podem melhorar a capacidade de julgar diferentes fatos e também beneficiam a memória.

O estudo foi baseado em testes que manipulavam o encorajamento dos participantes, usando filmes e lembranças, tanto as positivas quanto as negativas. De acordo com o cientista, o estado de ânimo positivo beneficia a criatividade, a flexibilidade e o senso de cooperação. Já o mau humor deixa a pessoa mais focada e atenciosa, além de facilitaro pensamento prudente, aumentando o processamento de informação no cérebro e também a capacidade de argumentação.

via Mau humor deixa as pessoas mais inteligentes – Minha Vida .

MSN Esportes

Postado em Esportes, Notícias internacionais com as tags , , , em 4 04UTC novembro 04UTC 2009 por tarcisiord

Sequer estreou na Fórmula 1, e a Lotus já pode estar envolvida em um escândalo, com a Force India. O jornal “Motorsport Aktuell” disse que Mike Gascoyne, que trabalhou no time indiano e hoje é responsável pelo projeto de desenvolvimento da equipe malaia pode estar envolvido.

A acusação é de que o modelo do túnel de vento da Lotus é muito parecido ao que foi usado no VJM02, carro da Force India.

Há ainda a suspeita de que a Force India tem dívidas com a Aerolab, empresa italiana usada pelo dirigente para facilitar a utilização do túnel de vento.

A Force India trocou a Aerolab pela Fondtech este ano, e um modelo do projeto havia sido deixado para trás. Gascoyne teria utilizado esta planilha para desenvolver o projeto da Lotus.

viaMSN Esportes.

Álbuns dos Beatles ganham versão em USB – VEJA.com

Postado em Música, Notícias internacionais com as tags , , em 4 04UTC novembro 04UTC 2009 por tarcisiord

Depois do lançamento mundial do catálogo remasterizado dos Beatles em CD, a discografia do grupo será relançada. Agora, em formato USB, pela Apple em parceria com a gravadora EMI.

O pen drive terá formato de maçã e armazenará músicas de 14 discos da banda, além de artes dos álbuns e 13 pequenos documentários.

Mais de 30 mil exemplares serão comercializados pelo site The Beatles.

Confira os álbuns que ganharão o novo formato: Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, Yellow Submarine, Revolver, With The Beatles, Beatles For Sale, Please Please Me, Magical Mystery Tour, The Beatles, Rubber Soul, Help!, Let It Be, Past Masters One and Two, A Hard Day’s Night, Abbey Road.

viaÁlbuns dos Beatles ganham versão em USB – VEJA.com.

Livro: John Lennon A vida

Postado em Artes, Literatura, Música em 31 31UTC outubro 31UTC 2009 por tarcisiord

 

JOHN LENNON: A VIDA, de Philip Norman (tradução de Roberto Muggiati; Companhia das Letras; 856 páginas; 69 reais)

• Biografias de John Lennon existem às pencas. O diferencial do livro de Philip Norman – que já havia escrito uma biografia dos Beatles – foi retratar o autor de Imagine de uma perspectiva muito equilibrada, sem sensacionalismo, mas também sem beatificar o biografado. O livro é realmente completo: narra a trajetória dos Beatles e a carreira-solo de Lennon com uma atenção impressionante às minúcias, iluminando a personalidade surpreendentemente insegura e contraditória de John Winston Lennon. O músico teve uma infância problemática: desgarrado do pai e da mãe divorciados, viveu grande parte da infância com uma tia, Mimi, em Liverpool, experiência que lhe deixou a sensação de não ser amado. Reaproximou-se da mãe, Julia, na adolescência – e Norman levanta a hipótese, que não chega a provar, de que ambos poderiam ter tido uma experiência incestuosa. O cantor também se sentia atraído pelo companheiro Stu Sutcliffe (que morreu antes de os Beatles gravarem seu disco de estreia), mas se enfurecia se levantassem alguma dúvida sobre sua heterossexualidade. Norman exime-se de fazer análises mais profundas sobre esses demônios íntimos do cantor assassinado em 1980. Ele apenas apresenta os fatos e espera que o leitor tire suas conclusões.

viaRevista VEJA | Edição 2103 | 11 de março de 2009.

Concorrência aperta e Orkut muda de cara – VEJA.com

Postado em Internet, Notícias nacionais com as tags , , em 31 31UTC outubro 31UTC 2009 por tarcisiord

O crescimento vertiginoso de plataformas sociais como o Twitter e o Facebook no Brasil já começa a preocupar o Orkut. Rede social de maior popularidade no país, o site de relacionamentos do Google lança nesta quinta-feira sua nova página para atrair mais adeptos e tentar frear a popularidade de rivais.

A mudança de visualização de página da rede já era prevista. No dia 16 de outubro, existiam indícios de reformulações na própria página de download do Google Chrome em português, com a visualização de um Orkut remodelado.

Sem mudanças desde agosto de 2007, a rede social do Google tem razões para pensar em trocar de roupa. Baseando-se em números recentes de usuários, o Orkut mantém certa hegemonia no país, porém começa a enxergar uma evolução de sites com princípios de grande fluxo de informações, como o Facebook e Twitter, além de conhecer o registro de seu primeiro declínio.

Segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada no IDG Now!, o número de usuários brasileiros no Facebook dobrou em cinco meses, chegando a 5,3 milhões de pessoas cadastradas em outubro. O Orkut sofreu uma queda de mais de um milhão de adeptos e registrou 26,6 milhões de internautas na rede.

No mês de agosto, durante visita de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, ao Brasil, o Orkut divulgou uma pesquisa encomendada pelo Google para afirmar a hegemonia no território nacional e mostrar que o mercado do Facebook no país ainda é pequeno.

De acordo com levantamento da empresa NetPop Research, que entrevistou 1.000 pessoas no país, 95% confirmaram usar o Orkut, enquanto o Facebook conta com 17% do mercado nacional – ou seja, há usuários do Orkut que também usam o Facebook.

viaConcorrência aperta e Orkut muda de cara – VEJA.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.