Álbuns dos Beatles ganham versão em USB – VEJA.com

Postado em Música, Notícias internacionais com as tags , , em 4 de novembro de 2009 por tarcisiord

Depois do lançamento mundial do catálogo remasterizado dos Beatles em CD, a discografia do grupo será relançada. Agora, em formato USB, pela Apple em parceria com a gravadora EMI.

O pen drive terá formato de maçã e armazenará músicas de 14 discos da banda, além de artes dos álbuns e 13 pequenos documentários.

Mais de 30 mil exemplares serão comercializados pelo site The Beatles.

Confira os álbuns que ganharão o novo formato: Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, Yellow Submarine, Revolver, With The Beatles, Beatles For Sale, Please Please Me, Magical Mystery Tour, The Beatles, Rubber Soul, Help!, Let It Be, Past Masters One and Two, A Hard Day’s Night, Abbey Road.

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Livro: John Lennon A vida

Postado em Artes, Literatura, Música em 31 de outubro de 2009 por tarcisiord

 

JOHN LENNON: A VIDA, de Philip Norman (tradução de Roberto Muggiati; Companhia das Letras; 856 páginas; 69 reais)

• Biografias de John Lennon existem às pencas. O diferencial do livro de Philip Norman – que já havia escrito uma biografia dos Beatles – foi retratar o autor de Imagine de uma perspectiva muito equilibrada, sem sensacionalismo, mas também sem beatificar o biografado. O livro é realmente completo: narra a trajetória dos Beatles e a carreira-solo de Lennon com uma atenção impressionante às minúcias, iluminando a personalidade surpreendentemente insegura e contraditória de John Winston Lennon. O músico teve uma infância problemática: desgarrado do pai e da mãe divorciados, viveu grande parte da infância com uma tia, Mimi, em Liverpool, experiência que lhe deixou a sensação de não ser amado. Reaproximou-se da mãe, Julia, na adolescência – e Norman levanta a hipótese, que não chega a provar, de que ambos poderiam ter tido uma experiência incestuosa. O cantor também se sentia atraído pelo companheiro Stu Sutcliffe (que morreu antes de os Beatles gravarem seu disco de estreia), mas se enfurecia se levantassem alguma dúvida sobre sua heterossexualidade. Norman exime-se de fazer análises mais profundas sobre esses demônios íntimos do cantor assassinado em 1980. Ele apenas apresenta os fatos e espera que o leitor tire suas conclusões.

viaRevista VEJA | Edição 2103 | 11 de março de 2009.

Concorrência aperta e Orkut muda de cara – VEJA.com

Postado em Internet, Notícias nacionais com as tags , , em 31 de outubro de 2009 por tarcisiord

O crescimento vertiginoso de plataformas sociais como o Twitter e o Facebook no Brasil já começa a preocupar o Orkut. Rede social de maior popularidade no país, o site de relacionamentos do Google lança nesta quinta-feira sua nova página para atrair mais adeptos e tentar frear a popularidade de rivais.

A mudança de visualização de página da rede já era prevista. No dia 16 de outubro, existiam indícios de reformulações na própria página de download do Google Chrome em português, com a visualização de um Orkut remodelado.

Sem mudanças desde agosto de 2007, a rede social do Google tem razões para pensar em trocar de roupa. Baseando-se em números recentes de usuários, o Orkut mantém certa hegemonia no país, porém começa a enxergar uma evolução de sites com princípios de grande fluxo de informações, como o Facebook e Twitter, além de conhecer o registro de seu primeiro declínio.

Segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada no IDG Now!, o número de usuários brasileiros no Facebook dobrou em cinco meses, chegando a 5,3 milhões de pessoas cadastradas em outubro. O Orkut sofreu uma queda de mais de um milhão de adeptos e registrou 26,6 milhões de internautas na rede.

No mês de agosto, durante visita de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, ao Brasil, o Orkut divulgou uma pesquisa encomendada pelo Google para afirmar a hegemonia no território nacional e mostrar que o mercado do Facebook no país ainda é pequeno.

De acordo com levantamento da empresa NetPop Research, que entrevistou 1.000 pessoas no país, 95% confirmaram usar o Orkut, enquanto o Facebook conta com 17% do mercado nacional – ou seja, há usuários do Orkut que também usam o Facebook.

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A dobradura dos lenços (Willian Douglas)

Postado em Uncategorized em 22 de outubro de 2009 por tarcisiord

Coloco aqui este texto de autoria de Willian Douglas que é muito, muito bom.

Há momentos em que o velho se revela em mim, e isto acontece cada vez mais. Antigamente, eu era o mais novo nas conversas e mesas… o que já não é tão comum. Já dei aula para juízes, professores, que passaram por mim há alguns anos e, agora, sentam-se comigo. Anoto: uma honra gratificante. E nem falo das palestras sobre concursos, onde cada vez mais recebo a “visita” de concurseiros já aprovados, que vão apenas levar o abraço e a notícia, sempre alvissareira, de seus merecidos sucessos. Sou amigo dos pais de vários profissionais com que lido. Bem, fui amigo primeiro dos pais, entende?

Em um relance mais difícil, recebo do oftalmologista novos bilhetes, com números mais altos, que me obrigam a fazer novas lentes. Curiosamente, quando começo a entender um pouco mais do mundo pelos olhos da emoção, os olhos físicos vão ficando mais frágeis.

Há alguns anos disse que possuía todas as respostas para o mundo no meu bolso, que só me faltava achar os botões da calça. Sigo tentando achar os botões, estou certo, mais uns duzentos ou trezentos anos, e eu finalmente entenderei tudo: o amor, os filhos, a alma humana, esse meu maior desafio.

Bem, se você pretendia ler algo objetivo sobre concursos, já viu que não é hoje, rs. Pois é, há textos motivacionais, outros técnicos, assuntos institucionais, há cartas de leitores respondidas e, vez ou outra, apenas reflexões entre amigos. Melhor seria se estivéssemos num bar, numa mesa alegre, serena, divertida, com algum vinho ou coisa parecida, além de alguns petiscos. A internet ainda chega lá, um dia. Por ora, só temos a conversa, mas isso já significa que partilhamos a mesma mesa, embora estejamos distantes geograficamente falando.

Sobre envelhecer, minha mulher, sete anos mais jovem, me lembra disso algumas vezes. Ela insiste em que eu abandone os lenços de tecido, trocando-os pelos de papel – muito mais práticos, higiênicos, modernos etc.

Curiosamente, a habilidade dos lenços e sua descartabilidade não me dizem coisa alguma. Explico. Minha mãe, já ida, não me deixava sair sem um lenço limpo, que em sua mente materna, julgava indispensável para um homem correto. Ela ensinou coisas mais sérias, como não sair de casa nem fazer refeição sem camisa, sobre ser honesto, tratar bem as pessoas e a não fechar as portas, pois o mundo é pequeno. Mas também tinha essas coisas pequenas, ou aparentemente pequenas, como achar que uma boa esposa devia tocar piano e eu tinha que ter sempre um lenço limpo no bolso. Havia, também, algumas coisas ruins, como não se cuidar e morrer de câncer.

Mas falarei apenas dos lenços. Eu não saía de casa sem um deles, e era um presente comum eu receber dela outra caixa. Logo, enquanto houver lenços de pano eu desprezarei os de papel, porque, de alguma forma muito louca, quando os tenho no bolso, tenho um pouco da mãe partida, e quando o assôo é como se os próprios dedos de minha mãe tocassem a ponta de meu nariz, quando me seco é como se a sua mão passasse novamente pela minha face.

E, não tenham dúvidas, qualquer homem daria seu braço direito para ser tocado, novamente, na face pela mãe já morta. Por isso mesmo, no livro A última carta do tenente, é que alerto: todos os que não estiverem com a mãe morta ou no CTI, corram, ainda é tempo!

Sim, eu visitei, liguei e conversei com ela menos do que podia e devia, e o concurso foi parte disso. Imaturo, jovem, como só uma mãe pode entender, cuidei mais da carreira do que era sensato. E, agora, o que posso fazer é consolar-me pelos acertos que de fato tive e alertar os amigos: liguem, visitem, passeiem, tolerem, riam, façam agrados e vontades. Eu os invejo, e invejarei cada dia, bem como alertarei a todos que estiverem com a mãe viva: corram, ainda é tempo!

Mas falemos dos lenços.

Um dia destes recebi da gaveta um lencinho pequeno, sensivelmente menor que de costume, um quadradinho. Protestei com a esposa por terem trocados meus lenços. A dimensão normal deles é de 10 x 10 cm, estes que peguei estavam com 7 x 7 cm.

Não é coisa de velho, é que abertos os primeiros se encaixam no meu rosto, já que não sou lá muito pequeno, e o novo modelo não era tão bom para cobrir meu nariz.

A esposa, paciente, alertou-me que era o mesmo lenço, que apenas tinha sido dobrado de forma diferente. Imediatamente, meu lado cientista e pesquisador foi fazer as conferências. Percebi que realmente ele era mais “gordinho” que o modelo tradicional, aquele que além de útil, me lembra a senhora minha mãe. Suspeitei, então, estar passando ao largo de uma verdade essencial e desejei bebê-la.

“Verdade essencial” é qualquer grande conclusão, aprendizado, lição ou frase que você pode assimilar na vida. Estão por aí, nos livros, filmes, peças de teatro, nas conversas com sábios, idosos e crianças, ou, por vezes, em situações vividas, ou escondidas numa paisagem no horizonte. Sou um caçador delas. O livro Como passar em Provas e Concursos, por exemplo, é uma coleção de verdades essenciais sobre como passar em provas e concursos; o Última carta, uma coleção de verdades essenciais sobre o sentido da vida; o Maratona, sobre as corridas da vida e da superação pessoal, e assim por diante.

Hoje, já concluí que depois de escrever para mim, aos outros, às editoras etc., finalmente escrevo aos meus filhos, desejando que eles – caso leiam meus livros – encontrem mais facilmente algumas das verdades essenciais que demorei e sofri muito para, enfim, apreender.

A verdade essencial escondida no lenço é que, me corrijam se estiver errado, conforme nos dobramos, podemos ser maiores ou menores. Nosso tamanho é influenciado pela forma como nos dobramos. E, curiosamente, daí também deriva um segundo enunciado filosofal: de um modo ou de outro, os lenços continuam tendo o mesmo tamanho quando se desdobram.

Começarei pela segunda observação: todos os homens têm valor igual. Como aprendi na Faculdade de Filosofia, UFRJ, o homem que souber todas as coisas não saberá o que é ser ignorante. O homem repleto de bens e propriedades não tem a tranqüilidade do pescador humilde; o grande executivo pode não ter a vida pausada do porteiro. Não existe nada de graça: todas as coisas possuem seu preço e seu respectivo ônus.

No nosso campo, o servidor público não poderá ter seu iate, mas, em compensação, tem um horário de trabalho definido e uma qualidade de vida irrealizável para a maior parte dos empresários e executivos. Eu reduzi minhas palestras à metade para ficar com meus filhos, reduzindo a velocidade de expansão profissional em troca de uma outra expansão, não mensurável pelas mesmas vias. São apenas escolhas. Durante muito tempo viajei e curti menos os dias em trocas de conhecimento para hoje, aprovado nos concursos, fazer estas coisas em outro patamar de vida. São apenas escolhas.

Mas, no final, todos os homens valem a mesma coisa. Como diz a Declaração Universal dos Direitos do Homem, todos nascemos iguais em dignidade e direitos, e devemos nos comportar uns em relação aos outros com espírito de fraternidade.

O sábio não pode valer mais do que o tolo, nem o abastado mais que o miserável. O bondoso não é, e isso me assusta, mais importante que o canalha, e suspeito que todos tenhamos mesmo o bondoso e o canalha, o malvado e o filantropo, escondidos em nossas carnes.

Mas falemos dos lenços.

Há alguns homens que não se dobram aos estudos, não se dobram à disciplina, não se dobram aos movimentos necessários para vencer os próprios obstáculos. São pessoas que serão pequenas, ou, melhor, menores do que poderiam.

Mas quem se dobra mais não fica menor? Não. Depende do ângulo que você olha: o mais dobrado, visto de lado, é mais alto. A questão não é se dobrar ou não, mas a forma como se dobra e o ângulo de visão escolhido.

Sempre existirão obstáculos entre um homem e seu sonho. Mas, como já foi dito: “obstáculos são aquelas coisas assustadoras que você vê quando deixa de focar os seus sonhos”. Algumas pessoas se dobram, se curvam mesmo, para pegar o que desejam. Outras não.

Lembro de minha adolescência e primeira juventude, quando era ridicularizado pelos que me consideravam bobo e tolo de estudar tanto, de acreditar tanto, de perder tanto. Eu apenas estava me dobrando como um lenço que desejava ser grande. Dobrar-se humildemente, dobrar-se com paciência e perseverança, dobrar-se ao som do sonho. E a vida e o tempo me recompensaram pelos meus esforços. A vida sempre recompensa.

Não me dobrei tanto quanto devia aos cuidados com a mãe, nem com a saúde, e fiquei menor, tendo que pagar um preço sobre isso. Felizmente, cuidei alguma coisa de minha genitora, o que me consola, e estou vivo ainda, o que me permite recuperar a saúde que me for possível.

Há quem se dobre e faça reverência à preguiça, à omissão, à apatia, ao medo do fracasso ou aos outros temores naturais de qualquer empreitada, e ficam menores, menores mesmo, comparados ao que poderiam. Como dizia Renato Russo, muitos temores nascem do cansaço ou da solidão. Mas se o cansaço é de estudar, e a solidão é por estar estudando, daí também nascem plantas boas: conhecimento, competência, aprovação, sucesso.

Volto ao tema: assim como todos valemos intrinsecamente por sermos humanos, assim como sempre temos escolhas enquanto estamos respirando, todos nós, homens e lenços, nos dobramos. Não há como não nos dobrarmos. Como disse o filósofo Rocky Balboa, a quem, junto com Ferris Bueller, Forrest Gump e Rod Tidwell, homenageio em um de meus livros, o fato é que “ninguém bate mais forte do que a vida”. É vero. Ninguém bate mais forte do que ela… e, ao mesmo tempo, ela é tudo o que nós temos, e é bonita. Um espetáculo sem ensaio, irresistível e que estréia todos os dias.

Logo, já que a vida é irrecusável, você terá que se dobrar como qualquer lenço. Mas pode escolher a que se dobrar, como e quanto. E dessas suas decisões sairá desenhado e definido o seu tamanho. E, sempre que quiser, você poderá se desdobrar e fazer um outro desenho.

A vida é um lenço, flexível, que você tem no seu bolso.

Reflexão sobre o amor incondicional

Postado em Saúde em 22 de outubro de 2009 por tarcisiord

Faça uma reflexão em sua vida e pergunte-se se você exercita o amor incondicional. O verdadeiro amor não coloca condições, não coloca distâncias, não coloca empecilhos.

O amor verdadeiro é livre, livre do ego, da vaidade, de querer atender a si mesmo. É altruísta. Pensa no outro antes de si mesmo. E coloca toda a sua atenção naquilo que ama. Sem apego! É todo ouvido, todo coração, braços e mãos, pernas e pés. É todo olhos, sentidos. É inteiro naquilo que é. O amor incondicional se entrega, não conhece o medo. Se este se aproxima, anula-o em função de algo maior.

O amor é coragem, é a força que anima a alma. O amor é alegria e não cansaço! O amor verdadeiro não conhece a palavra meu, porque entende que o outro é um ser individual e que somente entrando em seu coração, pode compreender e partilhar. O amor não é o que é por expectativas. Não é temporal. É permanência, fluidez. Não conhece a culpa. Conhece a desculpa, o perdão. Porque é livre de julgamentos e condenações Aproxima, ao invés de afastar. Fala baixo, ao invés de gritar. Porque a nada e a ninguém quer impor-se. O amor incondicional é mais ouvidos do que verbo. É mais gestos que palavras.

O amor vai onde a necessidade está, onde há o vazio. Não escolhe, por vezes, aquilo que agrada a si mesmo, mas onde é útil o seu coração. Sabe que os excessos são prejudiciais e conhece as medidas certas de se doar, sem invadir o outro. O amor incondicional transforma. É príncipe da tolerância e do respeito, guerreiro sem armas de fogo, força da suavidade e compaixão honesta, caridade profunda. Vai além de seus próprios problemas, porque reconhece que os outros também os têm.

Questione-se de suas expectativas mediante àqueles que você diz amar; se você os ama somente quando o agradam; se você é capaz de amar quando ninguém é capaz de fazer o mesmo. Pergunte-se se você é capaz de ser luz na escuridão, de sorrir quando o outro é agressividade; se sabe respeitar o livre arbítrio alheio, e não somente o seu e se é capaz de não impor a sua verdade e compreender a verdade alheia. Será que você é capaz de entrar no coração de seu filho, irmão, companheiro ou companheira, amigo ou patrão ou vizinho? Você se permite conhecer um desconhecido ou então conhecer a fundo aqueles a quem acha que já conhece há tempos? É capaz de olhar além das aparências e do superficial e se deixar enxergar o que somente o coração é capaz? Será que é capaz de deixar de aleijar as pessoas que ama e ajudá-las a aprenderem a andar?

Pergunte-se se é capaz de compreender que desapegando-se daqueles que ama, você caminha lado a lado com eles. Você os olha na mesma altura dos olhos. Você os sente com a mesma batida do coração. Perceba que você não é menos ou mais do que aqueles que o geraram, de que você não é menos ou mais do que aqueles que o contrataram. Deixe de lado suas pobres expectativas ou suas frustrações, ou suas ilusões

Experimente somente estar presente. Sentir, ao invés de rotular a si e ao outro Experimentar o amor ao invés da lamentação. Ser grato por tudo o que é, por tudo o que agora lhe serve. Experimente as dimensões de seu coração em sua totalidade! Quem acha fazer um favor (condicional) oferece um empréstimo. Quem ama incondicionalmente faz uma doação.

(Fernanda, www.minhavida.com.br)

Antídoto contra a monotonia

Postado em Saúde em 22 de outubro de 2009 por tarcisiord

Comemoramos o dia das crianças há pouco tempo e, pela primeira vez, vi um sentimento genérico abraçar todo mundo, uma saudade de ver fotos, falar das brincadeiras. Não foi dos filhos, nem dos sobrinhos ou netos que falamos. Falamos da nossa própria criança, do nosso passado.

Claro que essa nuvem nostálgica me pôs a pensar. Lembrei daquela história que diz que precisamos de testemunhas que acompanhem nosso caminho, que nos certifiquem da verdade de nossas recordações e nos ajudem a validá-las. Dizem, também, que as melhores testemunhas são nossos irmãos e, depois, o amor que encontramos.

As perguntas que me fiz foram: quanto mudei nesses anos todos, que alegrias senti? Que alegrias causei? Por quê? Como fazer para repetir, garantir, eternizar?

Muita gente diz que o homem muda pelo amor ou pela dor. Eu discordo: o amor nos torna mais doces enquanto ele vive em nós. É fácil ser “bonzinho” enquanto se está feliz, quero ver alguém desiludido ser gentil ou compreensivo. E quanto à dor, bom, essa é bem egoísta. Quem sofre só enxerga o próprio umbigo. Na melhor das hipóteses, quando a dor passa, a gente fica um pouco mais solidário, entende melhor quando o outro chora, mas é só. Se a dor for esquecida, então… tudo volta ao que era antes.

Na minha modestíssima opinião, a única fonte de transformação efetiva e profunda é a consciência. Por isso, acho que tanto faz a fase em que vivemos: a ficha pode cair sempre que houver o desejo consciente de enxergar, processar, compreender, mergulhar e, sim, mudar para ser feliz.

São 5 as fases que todo mundo passa depois de um sofrimento: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Das 5, a que mais me impressiona é a barganha. Sempre pensamos que “talvez se eu agir desse ou daquele jeito, seja possível reverter a situação”. O famoso “jeitinho”. É difícil mesmo dar-se a oportunidade de sair do lugar, procurar a realização agindo diferente, mas é preciso tentar, tentar sem parar até conseguir.

Com o fim da infância e à medida que os anos passam, vamos percebendo que a vida se torna menos tolerante com nossos erros e nos dá cada vez menos tempo para corrigi-los. Quanto mais a gente insiste em bater a cabeça, mais difícil fica disfarçar. Bom. Bom mesmo. Caso contrário, ficaríamos eternamente mulambando por aí.

Mas, voltando ao dia das crianças, é saudável e preciosa a viagem às nossas lembranças. O Budismo chama isso de “retornar ao ponto primordial”, o lugar onde encontramos os porquês, as motivações, os desejos genuínos. Essa memória é a única inocência que carregamos na vida, o ponto de arranque.

Ninguém programa tornar-se um adulto chato e sem frescor. Por isso, resgatar sempre a menina, ou o menino, que viu o mundo ficar menor, às vezes maior, diferente e assustador, mas sempre vivo e divertido, é o antídoto mais eficaz contra a chatice da monotonia. A vida era sempre tão alegre, não é? Tão instigante… Perdemos no esconde-esconde? Corre-corre até encontrá-la de novo: 1, 2, 3, já!

Homens perdem função cerebral diante de mulheres bonitas – Minha Vida

Postado em Saúde em 22 de outubro de 2009 por tarcisiord

Um estudo realizado pela Universidade de Radboud, na Holanda, e publicado no Journal of Experimental Social Psychology sugere que os homens “perdem a cabeça”, quando estão na presença de uma mulher bonita. De acordo com os cientistas, o público masculino usa uma porcentagem tão grande da sua função cerebral ou de seus recursos cognitivos para impressionar a mulher que ficam restritos para realizar outras tarefas, por mais simples que elas sejam.

A pesquisa aconteceu com voluntários heterossexuais que precisavam soletrar um grupo de letras o mais rápido possível. Depois do teste, eles ficavam 7 minutos, em média, conversando com uma mulher bonita e atraente e então repetiam o teste em frente à mulher.

De acordo com os cientistas, quanto mais os homens tentavam impressionar a companheira, menor era a pontuação e a rapidez com que desenvolviam o teste, chegando a um número 30% menor na pontuação. De acordo com os pesquisadores, é possível afirmar que os homens apresentam um forte declínio cognitivo quando estão na presença de uma mulher bonita.

O mesmo teste também foi realizado com o público feminino. Porém, elas não apresentaram uma queda na pontuação e nem na velocidade das respostas dadas na hora do teste.

via Homens perdem função cerebral diante de mulheres bonitas – Minha Vida .

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